CIDADES
Defesa Civil monitora chuva intensa que pode atingir o Rio Grande do Sul nesta semana
   
Há indícios que esse cenário de chuva pode permanecer frequente ao longo do mês de agosto e setembro

Por ROS
13/07/2026 08h47

O Centro de Monitoramento da Defesa Civil do Estado (CMDEC) acompanha eventos de chuva intensa que podem atingir o Rio Grande do Sul nesta semana. Segundo a previsão do tempo, o evento deve ser o mais intenso, com algumas áreas do Rio Grande do Sul chegando a acumular entre 150 e 200 milímetros (mm) em cerca de três dias. De acordo com o órgão, o retorno do ar quente e úmido ao Estado deve aumentar o risco de tempestades severas e precipitações volumosas em diversas regiões a partir desta quinta-feira (16).

Há indícios que esse cenário de chuva pode permanecer frequente ao longo do mês de agosto e setembro. O cenário ainda está em monitoramento e poderá ser atualizado nos próximos dias, conforme a evolução das condições meteorológicas e das novas rodadas dos modelos de previsão do tempo. Para entender então o que significam os volumes de chuva, o cálculo deve ser feito em milímetros e metro quadrado.

Em um espaço de um metro por um metro, 1 litro de água subiria até a marca de 1 milímetro. Ou seja, 1 milímetro de chuva equivale a 1 litro de água por metro quadrado. Em um caso onde o volume de chuva registrado é de 50 mm, seriam 50 litros de água em cada metro quadrado. O tempo de medição também é levado em conta pelos especialistas para saber se a chuva foi volumosa.

Após um final de semana chuvoso, a partir desta segunda-feira (13), o tempo firme volta a predominar em praticamente todo o território gaúcho. O avanço de uma massa de ar polar vai baixar as temperaturas, com mínimas próximas de 0°C e formação de geada. Apesar de a semana começar fria, o Estado terá um episódio de calor no final da próxima semana, com chance de máximas próximas de 30°C.

A orientação da Defesa Civil é para que a população acompanhe os boletins oficiais e fique atenta às atualizações sobre a previsão do tempo. Conforme o monitoramento avança, o órgão deverá divulgar informações mais precisas sobre as áreas que poderão ser atingidas e os volumes de chuva esperados, permitindo que moradores e autoridades adotem medidas preventivas caso o cenário de instabilidade se confirme.


   

  

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