CIDADES
(ATUALIZADA) GETÚLIO VARGAS: Casos de Covid-19 continuam aumentando
   
Também há registros dos primeiros casos de Influenza na cidade

Por Redação, Tribuna Getuliense
11/01/2022 17h18

O Tribuna Getuliense realizou nesta terça-feira (11), um levantamento de dados sobre o número de casos ativos, em isolamento preventivo, internações e aplicações da vacina contra a Covid-19 na microrregião de Getúlio Vargas.

Getúlio Vargas: O boletim desta terça (11) confirmou 102 casos ativos na cidade, 42 em isolamento preventivo, 117 casos assintomáticos em isolamento preventivo e nenhuma internação. Até o momento, foram aplicadas 28.009 doses da vacina no total, sendo 13.159 (92,2% da população) com a primeira dose, 12.518 (87%) com a segunda dose e dose única e 2332 (16,3%) com a terceira dose. Outro ponto que vale ressaltar é que o município já conta com os primeiros casos do vírus Influenza.

Estação: O último boletim (10) apontou 67 casos ativos de Covid em Estação, 170 casos confirmados ou em isolamento preventivo, três casos em análise e nenhum internado. O total de doses aplicadas da vacina é de 11.626, sendo 4667 (87,56% da população) com a primeira dose, 4524 (84,9%) com a segunda dose, 141 com dose única e 2294 com a dose de reforço.

Erebango: Até o momento, Erebango tem 26 casos ativos, 38 em isolamento preventivo e nenhuma internação.

Sertão: Hoje, o município tem 49 casos ativos, 03 casos suspeitos, 67 em isolamento preventivo e quatro internações. No total foram aplicadas 10.974 doses da vacina, 4991 com a primeira dose, 4571 com a segunda dose, 168 com dose única e 1244 com a dose de reforço.

Ipiranga do Sul: No momento, a cidade tem 32 casos ativos, três casos suspeitos em isolamento e nenhuma internação.

Floriano Peixoto: Até ontem, o município contava com nove casos ativos da doença. A última atualização do vacinômetro (06/01) registrava 3402 doses aplicadas no total, sendo 1444 da primeira dose, 1413 da segunda dose e 545 com a dose de reforço.

 

SOBRE INFLUENZA

 

O vírus Influenza se divide em três: subtipo A, H1N1 e H3N2, B, linhagem Victoria e Yamagata, e tipo C. Os dois primeiros são mais propícios a provocar epidemias sazonais, enquanto o último provoca alguns casos mais leves. Mas todos os tipos provocam sintomas parecidos, febre alta, tosse, garganta inflamada, dores de cabeça, no corpo, e nas articulações, calafrios e fadiga.

 

O vírus H3N2 é uma variante do vírus Influenza A, que é um dos principais responsáveis pela gripe comum e pelos resfriados, sendo facilmente transmitido entre pessoas por meio de gotículas liberadas no ar quando a pessoa gripada tosse ou espirra.

Os sintomas são febre alta no início do contágio, inflamação na garganta, calafrios, perda de apetite, irritação nos olhos, vômito, dores articulares, tosse, mal-estar e diarreia, principalmente em crianças.

Pelo fato de o influenza ser um vírus respiratório, assim como o que causa a Covid-19, a prevenção contra ele ocorre da mesma forma, ou seja, com distanciamento físico entre as pessoas, uso de máscara e higiene das mãos.

Recomendação:

Pessoas que apresentarem sintomas gripais deverão procurar atendimento médico na Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua residência.

Mesmo com letalidade menor que a Covid-19, o H3N2 tem mais chances de evoluir para casos graves em grupos de risco (crianças, idosos, gestantes e indivíduos com comorbidades). A propagação do vírus pode ter relação com a baixa cobertura vacinal contra a gripe e com a flexibilização das medidas de restrição e prevenção adotadas contra a Covid-19.

O Brasil possui vacinas que protegem contra o vírus Influenza A e B, no entanto, elas não são específicas para a variante H3N2, que está atingindo o país. De acordo com o Instituto Butantan, maior produtor de vacinas para a gripe do Hemisfério Sul, a previsão é de que a vacina para H3N2 chegue ao Brasil a partir de março de 2022.

(Fonte: Biblioteca Virtual em Saúde)


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